| O Open Office XML é, desde hoje, um standard para documentos electrónicos reconhecido pela International Standard Organization (ISO). | |
A Exame Informática entrevistou dois especialistas no assunt o: João Miguel Neves, presidente da Ansol ( ler entrevista )e também Marcos Santos, responsável pela área de Plataformas da Microsoft ( ler entrevista ).Ontem já circulavam informações mais ou menos oficiosas que davam conta da “vitória” do OOXML da Microsoft; hoje chegou a confirmação: o OOXML vai ser adoptado como standard da indústria tecnológica. As votações dos membros da ISO, que foram entregues até dia 29 de Março, são elucidativas da vitória alcançada pela Microsoft: 75% dos votos dos P-members do ISO votaram a favor do OOXML, sendo que a Microsoft obteve o apoio de países como os EUA, Grã-Bretanha, Alemanha e Japão. Entre os países que não apoiam o formato, estão a China, Índia e Rússia. O OOXML tem mais de seis mil páginas de código – um número que contrasta substancialmente com as 860 páginas de códigos do rival e grande derrotado da votação da ISO, que dá pelo nome Open Document Format. Muitos especialistas dizem que, neste momento, a passagem de um formato para outro é incompleta e não se consegue uma verdadeira interoperabilidade. Os rivais deste formato e apoiantes do formato Open Document Format (o ODF já aprovado pelo ISO) argumentam que não faz sentido haver mais um padrão. Tom Robertson, responsável pela Interoperabilidade na Microsoft disse à Reuters que «O Open XML junta-se assim ao PDF, HTML e ODF entre os formatos de documentos. Será mais fácil aos governos oferecerem escolha aos consumidores (…) Este vai ser dos mais, senão o mais importante formato de documentos em todo o mundo nos próximos anos. | |
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Microsoft ganha votação que envolvia o OOXML.
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